Js 5, 9.10-12;Sl 33; 2Cor 5, 17-21; Lc 15, 1-3.11-32.

- A Bíblia segue uma pedagogia, abraçada também por Jesus em vários de seus ensinamentos; divide a humanidade em duas grandes categorias. No caso da parábola de hoje, as categorias são daqueles que erram, e reconhecem seus erros, e dos que também falham, mas não reconhecem. Pelo contrário, consideram-se merecedores de tratamentos especiais, habitados a censurar as atitudes do Criador.
- Provocado pela atitude presunçosa dos fariseus, Jesus propõe uma parábola que destaca a figura do pai que cerca com carinho os dois filhos. Vigilante e pressuroso, procura ambos. Ao que reconhece a falta, concede um perdão inimaginável.... contentava-se em ser acolhido como servo, recupera a condição plena de filho. O outro, que se julgava credor, fica fora da festa... vivia com o pai, mas estava tão distante dele... vale meditar, qual dos dois andava longe do pai?
- Misericórdia quero, insiste Jesus. Não usa de misericórdia quem não tem consciência da imensidão do amor que gera o perdão. Não cultiva a misericórdia, quem não tem consciência do mal que pratica.
Fonte: livro Apontamentos - Para Assembléia Dominical - Lecionário - Anos A, B e C Pe. Charles Borg, p. 183.
Fonte: livro Apontamentos - Para Assembléia Dominical - Lecionário - Anos A, B e C Pe. Charles Borg, p. 183.
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