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domingo

Apontamentos Liturgia Dominical - Domingo de Páscoa

At 10, 34.37-43; Sl 117; Cl 3, 1-4;Jo 20, 1-9 ou Mt 28, 1-10.


- As lideranças tentaram apagar a Luz que é Jesus e, momentaneamente imaginaram que haviam conseguido. Para a alegria da humanidade, contudo, e com o poder de Deus, a Luz reacendeu. Jesus venceu a morte, para nunca mais morrer. Os homens teimam em querer eliminar Jesus, mas Ele sempre ressuscita, vitorioso!
- Vive, portanto, quem adere à luz de Cristo - partilhar da chama do Círio. Vive e vence quem segue os passos de Jesus. São muitas as luzes que tentam atrair atenção das pessoas. São todas passageiras, apagam, têm prazo de validade. Somente a Luz que é Jesus Cristo não perde seu fulgor. Manter-se iluminado por essa luz deve ser a preocupação do cristo, sem se importar com os eventuais contratempos, incompreensões, demora de resultados.
- O evangelista Mateus nota que entre o testemunho das mulheres, frágeis e desqualificadas, e dos soldados, mais credenciados, prevaleceu a palavra das mulheres. A Verdade não precisa nem de logística e nem de aval político. Por si prevalece.
- O evangelista Marcos destaca o túmulo vazio. Túmulos lembram tristezas e perdas. O túmulo de Jesus, ao contrário, é sinal de luz, de vitória e de esperança. O túmulo de Jesus anuncia a supremacia da vida.
- O evangelista Lucas apresenta a ressurreição com a chave para entender Jesus e sua obra. A partir da ressurreição tudo se encaixa, tudo o que Jesus fez e ensinou adquire sentido. Acreditar na ressurreição é tornar-se, naturalmente, seu mensageiro.
- O evangelista João destaca a reação dos três primeiros destinatários do anúncio da ressurreição. Madalena não sabe o que aconteceu, Pedro e João conferem e acreditam. Não há provas da ressurreição. O anúncio faz nascer a fé. A fé molda a vida!
- Os evangelistas registraram, unânimes, o dia e o período do mistério da Ressurreição. É o raiar do primeiro dia da semana. Anúncio de um novo começo, a aurora de um dia sem ocaso, o novo tempo do Reino, da civilização do amor, do bem, da vida. Da alegria, em suma!

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- O impacto inicial e negativo nos discípulos diante da ressurreição de Jesus serve como argumento racional em favor da veracidade do mistério. O evangelista João confessa candidamente que os discípulos não tinham entendido o que seria a ressurreição. As narrativas evangélicas mostram que o acontecimento não foi 'fabricado' pelos discípulos. Necessitam provar para entender.
- Uma vez convencidos da ressurreição eles começam a entender o seu verdadeiro significado, a morte não é o fim da história. Os homens chegam a morte, mas Deus vai além. Vencendo seus adversários, Jesus comprova a insignificância e a limitação da maldade. Faz barulho, impressiona, mas na verdade, pode muito pouco.
- Ressurgindo, Jesus comprova que somente a sua verdade garante o caminho para a glória. Faz sentido agir bem por onde andar, pois a morte não é o fim. O fim é a glória reservada aos que perseverem no bem. 

Fonte: livro Apontamentos - Para Assembléia Dominical - Lecionário - Anos A, B e C Pe. Charles Borg, p. 74 e 75.

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