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domingo

Apontamentos do 33º Domingo do Tempo Comum - 17/11/2013 - Ano C

Apontamentos do 33º Domingo do Tempo Comum

- Situações dramáticas evocam a sensação de fim do mundo, o cúmulo do sofrimento. A destruição do Templo de Jerusalém provocou este sentimento em judeus piedosos. Lucas registra que Jesus se esquiva do discurso catastrófico para indicar a postura que se espera dos discípulos na inevitável sucessão de desastres naturais e perseguições.

- Nas adversidades a fé demonstra seu vigor. Nessas situações extremas, o discípulo deve dar testemunho da sua fé. Entende-se por fé, a confiança total na presença amiga e revigoradora de Jesus, bom pastor, expressa na eloqüente alegoria do fio de cabelo. Jesus não permite que sua grei debande!

- Nos contratempos, o Homem costuma buscar atalhos, apela a toda possível ajuda. Jesus insiste, é perseverando no bem que se ganha a vida. É mantendo-se fiel que se verá nascer o sol da justiça (1ª leitura). Diante dos poderosos inquisitores, o discurso inconstentável continua sendo a persevarança no cumprimento do projeto divino. 

Para a Assembleia Dominical
Lecionário - anos A, B e C.
Pe. Charles Borg

pág. 177


Apontamentos do 32º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 10/11/2013

Apontamentos do 32º Domingo do Tempo Comum


- A vida é um presente que jamais será tirado do Homem, porque é uma criatura do Deus da vida. Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos. Eterna é a dimensão da vida, ressuscitemos e seremos como anjos.

- A primeira reação a esta verdade é zelar pela vida, nossa e dos outros. Amar a vida. Promover a vida e jamais fazer algo que possa destruí-la, inclusive em atitudes pequenas, como jogar lixo na rua...

- A segunda reação é considerar o que tem mesmo valor na vida... êxito é que Deus aprova, o aplauso humano é de duração muito curta e nada garante.

Livro Apontamentos

Para a Assembleia Dominical
Lecionário - anos A, B e C.
Pe. Charles Borg
pág. 177

Apontamentos do 30º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 27/10/2013

Apontamentos do 30º Domingo do Tempo Comum 

- No esquema do mundo, as celebridades, as pessoas distintas, têm vantagens e preferências. Certas pessoas, representadas pelo fariseu na parábola de Jesus, tentam transferir esta mentalidade para o reino espiritual. Imaginam conseguir especial tratamento diante de Deus graças ao seu currículo. Enganam-se, Deus não faz acepção de pessoas (1ª Leit.). O Templo é o lugar onde os pecadores se congregam, com uma diferença fundamental: há pecadores que reconhecem sua indignidade e, por isso, voltam para casa salvos e abençoados. Afinal, assegura Jesus, também o pecador tem sua prece acolhida por Deus! Outros pecadores há que, convencidos de sua falsa 'justiça', retornam mais estéries ainda.

- Orar é, fundamentalmente, uma questão de postura diante de Deus. Jesus nos induz a rever nossos conceitos sobre Deus e sobre a idéia que fazemos de nós mesmos. Quem se apresenta diante de Deus sem máscaras e sem pretensões tem sua prece atendida (1ª Leit e Sl. Resp.). O convencido, ao contrário, ora para satisfazer sua vaidade.

- Sabiamente, Jesus nos ajuda a discenir quem realmente somos: arrogantes, quando julgamos os outros mais pecadores que nós; humildes, quando conscientes do nosso pecado. Na verdade, toda oração deve começar sempre com a confissão da nossa miséria.

Livro Apontamentos
Para a Assembleia Dominical
Lecionário - anos A, B e C.
Pe. Charles Borg
pág. 174.

Apontamentos do 25º Domingo do Tempo Comum - Ano C

25º Domingo do Tempo Comum - Ano C

- Jesus define seus seguidores como filhos da luz e deles espera a mesma criatividade e agilidade dos filhos do mundo em seus negócios. Estes não perdem tempo, e não raramente, conduzem seus 'comércios' de maneira e prejudicar o semelhante, especialmente os mais fragilizados. Enquanto os corruptos exploram o pobre, Deus age como seu protetor (Sl. Resp.).

- Coerente, Jesus alerta quanto ao real perigo de se apegar ao dinheiro. O excessivo interesse pelo dinheiro pode levar à práticas da injustiça e da exploração. O dinheiro estreita o coração. Por isso, é incompatível como o serviço do Reino.

- Quem souber administrar solidariamente o pouco - as pequenas coisas - saberá também dar dimensão social ao dinheiro grande. O jeito com que o indivíduo se porta nas pequenas coisas indica como liderá com as grandes!

Apontamentos do 23º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 08/09/2013

23º Domingo do Tempo Comum - Ano C

- Ser discípulo é consequência de uma decisão madura e responsável, semelhante à de uma pessoa que planeja a construção. Exímio catequista, o Mestre apóia seus ensinamentos em exemplos práticos tirados do cotidiano. Ser discípulo demanda uma opção livre e consciente.

- As multidões acompanhavam Jesus na maior euforia, sonhando com as vantagens do novo Reino. O Mestre os chama à realidade, os valores do Reino se antepõem aos valores da família, dos bens, da própria vida, caso surja a necessidade. A fidelidade ao Reino demanda renúncias e ajustes de rumos.

- E o que recomenda Paulo a Filémon, uma atitude nova, a fazer diferença, a servir de exemplo, assumida livremente e não por coação. Por Jesus aceita-se mudar de posturas. Toda opção tem um preço, por isso Jesus lembra as renúncias necessárias, a fidelidade ao processo. O Reino não admite acomodações, acertos, negociastas; exige fidelidade total, assim como Jesus foi fiel até o fim.

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 167

Apontamentos do 22º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 01/09/2013

22º Domingo do Tempo Comum 

- Dizem os analistas do comportamento humano que a maneira de nos portarmos à mesa revela muito da nossa personalidade e da maneira como consideramos os outros. A mesa da refeição é também palco das relações humanas.

- Jesus participa de uma refeição e observa o comportamento dos presentes. Na ocasião, os convidados procuram os melhores lugares, onde também é servida a melhor comida. Ele censura esta atitude de arrogância e egocentrismo.

- E orienta a pensar nos pobres, normalmente excluídos das mesas fartas. Urge incluir em nossas 'refeições' (entende-se vidas) os marginalizados... evitaríamos certamente muito desperdício. Analisemos: se Jesus vier às nossas celebrações, Ele enxergará pobres? Encontram, eles, espaço, são incluídos em nossas celebrações?

- A sugestão de convidar gente marginalizada acena para uma atitude marcadamente evangélica, agir com amor sem se preocupar com retribuições.

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 166

Apontamentos do 21º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 25/08/2013

21º Domingo do Tempo Comum - Ano C

- Desconfia-se de um fino senso de humor do Mestre... quem sabe, o interlocutor fosse uma pessoa de porte avantajado ou mesmo obesa... de qualquer forma, Ele cuida de mostrar que a vida, o Reino, não é questão de direitos garantidos, mas de esforços. A porta está sempre aberta, nem por isso de fácil acesso.

- A vida é assim, filho de atleta não quer dizer que será, naturalmente, um grande esportista... é preciso empenho, da mesma forma, a mera participação na liturgia não garante a vida nova.

- O Reino, a vida, se conquistam mediante o empenho de querer tornar o mundo melhor, mais fraterno, mais alegre, mais justo. É preciso compreender que os critérios de Deus, felizmente, são diferentes dos critérios humanos.

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 165

Apontamento do 18º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 04/08/2013

18º Domingo do Tempo Comum 


- Jesus aproveita mais esta oportunidade para alertar sobre o perigo das riquezas. Se Ele aborda com frequência este assunto é porque, de fato, o apego excessivo a bens materiais representa um sério perigo ao ser humano;

- Na parábola que Jesus consta fica evidente que foi com seu legítimo trabalho e esforço que o fazendeiro conseguiu a farta colheita. Abençoando com a fartura, decidiu destruir para poder guardar mais. Seus celeiros já estavam abordados, mas isto não o satisfez. Ganancioso, queria guardar tudo para si. A abundância lhe fechou o coração.

- Jesus o chama de insensato, ignorante. E esta ignorância está na raiz de tanta fome; o mundo produz alimento, mas a sua distribuição permanece sob o domínio de uns poucos que negociam conforme interesses. Interesses que não raramente geram contendas e divisões.

- A verdadeira riqueza dilata o coração, motiva a partilha. Toda produção possui dimensão social. Rico para Deus é o sujeito que multiplica a felicidade, que não progride sozinho.

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 162

Apontamentos do 4º Domingo da Quaresma - Ano C - 10/03/2013


Apontamentos do 4º Domingo da Quaresma - Ano C


Domingo, 10 de Março de 2013
4º Domingo da Quaresma


- A Bíblia segue uma pedagogia, abraçada também por Jesus em vários ensinamentos; divide a humanidade em duas grandes categorias. No caso da parábola de hoje, as categorias são daqueles que erram, e reconhecem seus erros, e dos que também falham, mas não reconhecem. Pelo contrário, consideram-se merecedores de tratamentos especiais, habilitados a censurar as atitudes do Criador.

- Provocado pela atitude presunçosa dos fariseus, Jesus propõe uma parábola que destaca a figura do pai que cerca com carinho os dois filhos. Vigilante e pressuroso, procura ambos. Ao que reconhece a falta, concede um perdão inimaginável... contetava-se em ser acolhido como servo, recupera a condição plena de filho. O outro, que se julgava credor, fica fora da festa... vivia com o pai, mas estava tão distante dele... vale meditar, qual dos dois andava longe do pai?

- Misericórdia quero, insiste Jesus. Não usa da misericórdia quem não tem consciência da imensidão do amor que gera o perdão. Não cultiva a misericórdia, quem não tem consciência do mal que pratica.

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 183

Apontamento do 2º Domingo da Quaresma - Ano C - 24/02/2013


Apontamentos do 2º Domingo da Quaresma

Domingo, 24 de Fevereiro de 2013
2º Domingo da Quaresma

- Maravilhosa teofania, carregada de sentido e símbolos e motivada pela dúvida gerada pelo conceito humano/bíblico de vitória. Moisés mostrou-se vitorioso destruindo o Faraó e o seu exército. Jesus, ao contrário, fala de auto-imolação.

- Na montanha do Tabor, Jesus revela o seu verdadeiro rosto. A conversação com Moisés e Elias confirma a estratégia divina, inusitada, a redenção do mundo se opera mediante gestos de amor generoso. Na cruz Jesus mostrava o verdadeiro poder, somente um Deus é capaz de um amor tão abnegado.

- Jesus é mesmo o Filho querido, colaborador e executor, com total fidelidade do plano de Deus. A partir de Jesus, a cruz deixa de ser instrumento de tortura para se transformar no símbolo maior do amor generoso. É preciso purificar a fé, enxugar os acontecimentos na perspectiva divina.

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 181


Apontamentos do 5º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 10/02/2013


Apontamentos do 5º Domingo do Tempo Comum - Ano C



Domingo, 10 de Fevereiro de 2013
5º Domingo do Tempo Comum

- O fato de chamar colaboradores desde o início do seu ministério indica que Jesus queria que a implantação do Reino prosseguisse após a sua passagem pela terra. Chama atenção a 'barca de Pedro' escolhida por Jesus para ensinar. O lugar mais apropriado para escutar a Palavra de Deus é a 'barca de Pedro'.

- Jesus conduz a barca de Pedro para águas profundas e o provoca para lançar a rede numa hora em que, humanamente falando, era imprópria. E Pedro já estava cansado de labutar inutilmente. Em atenção a Jesus, Pedro lança a rede. E então acontece o maior milagre: na pesca abundante ele reconhece quem é Jesus de verdade.

- A vocação é conseqüência direta deste conhecimento de Jesus... Isaías também pôs-se à disposição depois de experimentar a visão de Deus. Nenhuma abundância se compara à riqueza do conhecimento de Jesus. Por Ele é-se capaz de deixar tudo, por Ele é capaz de aceitar ser pescador de homens. Pedro não deixou de ser pescador, mas certamente passou a pescar diferente. 

- Questionam-se, humanamente falando, os critérios de Jesus na escolha de colaboradores. Parece que o critério primeiro é que sejam pescadores, gente de lábio impuro. Humanos, enfim, e humildes.

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 149


Apontamentos do 4º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 03/02/2013


Apontamentos do 4º Domingo do Tempo Comum - Ano C



 Domingo, 3 de Fevereiro de 2013
4º Domingo do Tempo Comum

- O primeiro dia 'oficial' do ministério de Jesus resume o seu itinerário, como também a trajetória de todo profeta, chamado a anunciar as maravilhas de Deus. Diante das palavras de Jesus, a primeira reação é de admiração.
- Começam, em seguida, a ser levantadas objeções, primeiro a partir de um preconceito - o filho do carpinteiro, nosso conhecido. Preconceitos embaçam vistas e entendimentos. Os conterrâneos pedem milagres pra aceitar Jesus como Messias.
Ele se recusa a operar efeitos especiais para comprovar sua divindade. Milagres não são exibição de força, mas para anunciar as maravilhas de Deus. São sempre gratuitos, livres de exigências e presunções.
- Confrontados, os conterrâneos expulsam Jesus e o querem o matar. Maneira tumultuada de iniciar de iniciar um ministério! No entanto, Jesus não se deixa abater nem esmorecer, prossegue firme em seu caminho. A sua força repousa em Deus. Preciosa inspiração para os profetas/missionários.
- A caridade é um capítulo diferente, é a única riqueza que jamais acabará. Todo o resto passará.

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 148

Apontamentos do 3º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 27/01/2013


Apontamentos do 3º Domingo do Tempo Comum - Ano C

Domingo, 27 de Janeiro de 2013
3º Domingo do Tempo Comum

- É Sábado - na sinagoga - Jesus anuncia novos tempos - HOJE - a partir da leitura Sagrada, leva à perfeição o que Esdras havia anunciado.

- A assembleia religiosa - Sinagoga - é o espaço privilegiado da escuta da Palavra. Acolhendo-a, parte-se para transformar o mundo, anunciar um ano de graça, levar esperança a todos.

- Participamos da assembleia dominical em busca da escuta da Palavra de Deus, que alegra o coração e alarga o entendimento, dispostos a dizer AMÉM, AMÉM, dispostos a traduzi-la, HOJE, em gestos concretos.

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 147

Apontamentos do 2º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 20/01/2013


Apontamentos do 2º Domingo do Tempo Comum - Ano C



Domingo, 20 de Janeiro de 2013
2º Domingo do Tempo Comum

- A presença e a intervenção de Jesus na festa de casamento é um sinal prenunciado a sua missão. Embora a hora não seja esta, a ação de Jesus revela a finalidade de sua missão: transformar situações de aperto em acontecimentos jubilosos.

- Para que isso aconteça, porém, é necessária a colaboração do Homem, é preciso fazer tudo o que ele pedir, mesmo que aparentemente seja difícil e estranho, como arrumar 600 litros de água em terras áridas.

- Antes da intervenção de Jesus, havia vinho, como há água. Vinho de melhor qualidade, contudo, assim como água viva, somente Jesus e com Ele. A sua missão é nos servir com o melhor vinho!

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 146

Apontamentos do 2º Domingo do Advento - Ano C - 09/12/2012


Apontamento do 2º Domingo do Advento - Ano C



Domingo, 9 de Dezembro de 2012
2º Domingo do Advento


- João Batista anuncia a finalidade da vinda do Messias - todas as pessoas verão a salvação de Deus. Parece sonho. Não é, é promessa que há de se cumprir assim como realizou-se a volta triunfal do povo exilado à Jerusalém.

- Jesus veio mudar a sorte da humanidade. Enormes são os desafios, a maldade e o sofrimento parecem não ter fim, e por isso, até os seguidores costumam se deixar abater. É preciso erguer a cabeça e crer no tempo novo, no céu e na nova terra. Chegará o dia quando todos os joelhos se curvarão diante do Messias. Este será um dia de libertação, de alegria, de manifestação da obra divina.

- Aos que crêem cabe facilitar e apressar a chegada deste maravilhoso dia, aplainando caminhos, enchendo vales... através de um amor sempre crescente. Nenhuma atividade terrena deve desviar o crente desta tarefa. Quem semeia lágrimas com alegria ceifará.

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 141

Apontamentos do 1º Domingo do Advento - Ano C - 02/12/2012


Apontamentos do 1º Domingo do Advento - Ano C

Domingo, 2 de Dezembro de 2012
1º Domingo do Advento

- Contrasta a triste realidade do mundo, simbolizada pela destruição de Jerusalém, com a expectativa feliz (rosada) que as palavras de Jesus, e o tempo do Advento, pretendem suscitar. Inadvertidamente, pode-se reduzir a importância da promessa de Jesus: verão o Filho do Homem vir... As angústias e as perseguições - de todas as formas - costumam abalar a esperança dos discípulos, deixando-os até inibidos, com vergonha de manifestar-se.

- A promessa de Jesus que chegará o dia de Ele aparecer na glória tem por objetivo primeiro, fortalecer os pés cambaleantes dos fiéis. Não é para ter medo, nem vergonha, muito menos deve-se fazer concessões ao mundo materialista (comer, beber, consumir). É sempre urgente a advertência, fiquem atentos e orem. As ilusões do mundo são fortes e enganam muitos.

- O outro objetivo da promessa de Jesus é que todos verão a sua glória, inclusive os que O negam ou que tenham desqualificá-lo. Todos hão de se curvar diante de Jesus... aos discípulos cabe apressar este reconhecimento mediante um coração transbordante de amor fraterno (2ª Leitura).

Fonte: Apontamentos para Assembléia Dominical
Lecionário - anos A, B, C.
Pe. Charles Borg
Página 140